Há alguns meses surgiu a história de que o Pearl Jam estaria na lista de bandas do Rock in Rio. O tempo foi passando, bandas foram sendo anunciadas… e nada do Pearl Jam.
Para muitos, esse tipo de notícia surge próximo ao início das vendas de ingressos do festival, com o intuito de impulsionar as vendas. No Lollapalooza também acontece muito esse “fenômeno”.
Pois bem. Após algum tempo, e com o fechamento das atrações do RiR 2026, eis que surge uma nova história: ainda restariam duas bandas a serem anunciadas 👀 O assunto voltou. Requentaram o boato.
Eis que… ontem, dia 2 de maio, surgiu um corte de uma longa entrevista do CEO do Clube Atlético Mineiro, onde ele menciona que existe algo fechado com a banda “mais à frente”.
É isso.
Boatos vêm, boatos vão… e boatos voltam. O certo é que boato nasce para ser boato, nunca será tratado como verdade… nem como mentira.
O ano é 2017, porém estou a escrever esse texto em 2026. Definitivamente não sei porque cargas d'água não atualizei o blog durante a turnê de 2018 - além do Pearl Jam teve também show solo do Eddie.
Então esse texto é para fazer um registro histórico, adicionar informações importantes de datas. A minha memória não me deixa chegar no dia que ficamos sabendo do anúncio do show :( Olhei o site oficial da banda e vi a confirmação em setembro de 2017. Pearl Jam voltaria para shows na América do Sul em 2018. O festival Lollapalooza, com edições no Brasil, Chile e Argentina, iria trazer a banda para os três países. Dias após o anúncio oficial, veio a confirmação de uma data no Rio. Não lembro onde saiu primeiro a notícia, provavelmente teve as velhas informações vazadas antes, mas óbvio que a gente fica esperando a confirmação oficial. Lembro que na época não esperávamos, a banda já tinha vindo em 2013 e 2015, além disso não tinha sido lançado nenhum disco novo e Ed tinha vindo com a turnê solo… Turnê solo do Eddie… e não é que foi anunciado também uma turnê do Ed?!?! Era dezembro de 2017 quando surgiu a confirmação no site da banda. Pronto, tínhamos uma baita dor de cabeça nas mãos, com certeza. Show da banda no Rio em 21 de Março e em São Paulo três dias depois. Já os dois solos do Ed na capital paulista estavam marcados para 28 e 29 de Março. No caso, a gente precisaria de no mínimo 10 dias para curtir tudo. E conseguimos sim! Voltando para 2017, que é onde ‘estamos agora’, foi um ano bem fitness em nossas vidas, e aqui falo de mim e Adelana. Realmente estavamos focados em atividades físicas e academias. Eu, por exemplo, praticamente todos os dias corria meus 5 a 7 km, isso sem citar que eu ia trabalhar de bicicleta.
Definitivamente não sei porque não atualizei o blog na época, tempo sobrando eu tinha.
P.s. como citado no texto, essa publicação foi escrita em 2026, no dia 27 de Abril
Último dia de nossa incrível viagem. Nossa turnê enfim chegava ao fim. Porém ainda tínhamos horas preciosas em Brasília para aproveitar, até porque o horário do voo era apenas de noite.
Tiramos o dia para passear pela cidade, e nisso somos craques. Começamos o dia em uma feira, um local com várias opções de lembrancinhas. De lá fomos para o coração do poder político brasileiro, a praça dos 3 poderes. Visitamos também a torre da antena, avistamos Brasília do alto. Em resumo, um roteiro que 90% das pessoas que estão a passeio pela capital federal costuma fazer. Pontão do Lago Sul também se fez presente no passeio, na verdade é o que costumo sempre lembrar com carinho. Um local muito bonito, e ótima pedida para passar um bom tempo. A lagoa Paranoá banha o local, com algumas opções para passeio na lagoa, por exemplo. Coisa que não fizemos. No início de noite ainda teve tempo para irmos até o Templo da Boa Vontade, dica da Tia Dêse. Um lugar bastante espirituoso e com grandes peças históricas.
De lá voltamos pra casa para pegar as coisas e seguimos para o aeroporto.
Sem dúvidas foi uma das melhores experiência em nossas vidas em relação a viagens até então. A gente já tinha vivido algo semelhante um ano antes, na ida ao Paraná A verdade é que a próxima viagem tende a ser a melhor de todas. Sempre. Nessa nossa tour tivemos um Pablo cada vez mais consciente das coisas. Embarcando em todos os passeios, sem reclamações - apenas algumas chateações pontuais. Foi o terceiro ocupante da viagem, nos auxiliando com lembranças de alguma coisa que tínhamos que fazer, por exemplo. A tour 2015 também serviu para que os laços com a turma dos MendiCubs ficassem mais fortes… ou melhor, o MendiCubs surgiu exatamente ali. Surgiu dias antes da turnê da banda e se consolidou durante os shows.
Mais uma vez tivemos ótimos dias na capital Buenos Aires, igualmente a 2013, andamos muito pela cidade, admiramos o local quase que de forma nativa - óbvio que percorremos quase que basicamente lugares turísticos, mas sempre com o pé também na rua do não tradicional. E tirando a aflição do momento da retirada dos ingressos, só boas lembranças da capital portenha. E o show? bom, esse tem um lugar infinito no coração, principalmente por ser o primeiro show do PJ em que o Pablo foi com a gente.
São Paulo dessa vez se mostrou quase que sem vida. Quando paro pra lembrar da cidade me vem apenas a lembrança do show, da entrada no estádio quando o policial me perguntou qual bandeira estava a carregar, do primeiro acorde de Long Road iniciando o show, dos relâmpagos e ninguém a dor bola para aquilo, da chuva evoluindo/aumentando junto com o instrumental de Better Man, de lembrar do Pablo e Adelana que não estavam ali comigo. Por falar em Pablo e Adelana durante o show em São Paulo, aqui é um caso à parte, em nossa ideia inicial, eles ficariam no apartamento durante o show, porém a Luzia (dos MendiCubs) estava hospedada em uma pousada ao lado do Morumbi, local do show. Adelana e Pablo ficaram lá, apenas os dois. O local é uma pousada bastante acanhada, bastante procurada por pessoas que se hospedam apenas uma noite no local, principalmente durante grandes eventos no estádio. Eles estão ali para vender alguns produtos.
Adelana disse que teve muito medo enquanto estavam lá, mesmo estando dentro do quarto. Não se sentiu segura.
Brasília foi uma ótima surpresa. Fomos muito bem recebidos pela Tia da Adelana, muito atenciosa e nos auxiliando todos os dias. Foi uma baita ajuda, prometeu nada e entregou tudo 🙂 A capital federal tem o seu charme, um trecho da letra de Faroeste Caboclo, da Legião Urbana tomou de conta de minha cabeça enquanto avistava a cidade com suas luzes de Natal e se mostrando uma cidade linda. Nós 3 curtimos muito. Pablo fez amizade com Guilherme, e em nenhum momento se mostrou demasiadamente cansado - assim como nas outras duas cidades.
E o show? Lembro de Tremor Christ de cara, além de outras ‘Lado B’ que foram tocadas. Lembro também do atraso pela entrada da banda, do pós show quando nos encontramos com mais um punhado de pessoas que estavam em outra parte do estádio.
Primeiro dia em Brasília
Foram 13 dias inesquecíveis, inclusive os repetidos em São Paulo. 5 a 18 de novembro de 2015, 3 cidades, 5 pousos e decolagens, 1 hotel. Valeu demais Pearl Jam!!! Valeu demais Tour 2015!!!
P.s. Texto escrito originalmente dia 05 de Abril de 2026 - 11 anos depois
Antes de iniciar a falar sobre o dia 17 de novembro de 2015, tenho que obrigatoriamente explicar a sopinha de datas no início desta postagem. Estou em 3 de abril de 2026, enfim atualizando o Blog, dando sequência em algo que eu não deveria ter deixado de lado. Registro aqui o incrível dia do show do Pearl Jam em Brasília, que teve início cedo, fomos pela manhã, com a Tia Dêse ao zoológico da cidade.
Foi um bom passeio, Pablo gostou bastante, olhei agora a pouco fotos e vídeos e confirmei que minha memória não tinha apagado. Tudo estava bem guardado, o trajeto longo até o local, os animais e seus barulhos, alguns deles estavam dormindo, o Pablo falante, lendo os nomes dos animais que lá estavam. Foi uma manhã muito boa, e que bom poder relembrar.
Interessante é que eu pensava que esse passeio tinha sido um dia após o show.
Após o zoológico fomos pra casa e esperamos o horário de ir ao show. Pablo ficou com a Tia Dêse e o Guilherme. Chegamos às 18:30 no estádio. Nesse show compramos o setor arquibancada. Escolhemos Brasília pra ser a cidade onde economizaríamos nos ingressos. Foi um dos melhores set-lists que presenciei. Espalhadas na sequência estavam ‘Wash’, ‘In My Tree’, Brain of J’, ‘Crazy Mary’ e a que me arrancou algumas lágrimas: ‘Tremor Christ’.
Nesse show o PJ não tocou ‘Black’, lembro que isso gerou um ‘bafafá’ na época, a plateia ficou pedindo a música pós show, muitas reclamações :) Visualizando aquele dia, percebo o quanto ele foi incrível. Após o show nos encontramos com várias pessoas que estavam na mesma corrente com a gente. Saímos da arquibancada e fomos para a frente do palco, lá ficamos um tempo com Camelo e membros dos MendiCubs. O encontro com Andreza rendeu uma das fotos mais marcantes daqueles dias - e que simboliza muita coisa, inclusive tudo o que veio após a turnê.
Vale deixar registrado o tempo enorme de atraso do show. 17 de novembro foi uma terça-feira, e muita gente chegou atrasada. A organização do evento resolveu esperar um pouco mais para o início do evento. Choveu um pouco no fim de tarde, mas não nos molhamos. Já estávamos no estádio e a parte das arquibancadas ficavam na coberta. Saímos do estádio - que por sinal tem características de Arena com letras maiúsculas, pois é um local que recebe muitas pessoas, mas com a sensação de ser um local pequeno, dá pra entender? - Ainda deu tempo de sentar um pouco nas barraquinhas de lanche, devoramos um sanduíche, esperamos um pouco pela Dêse que foi nos buscar e fomos pra casa. Não teria um dia mais indicado que esse para que eu retornasse os registros no blog! Sem dúvida um dos dias mais incríveis de toda a turnê.
Set-list do show de Brasília 2015
Release
Wash
Nothingman
Corduroy
Lightning Bolt
Mind Your Manners
Brain of J.
Tremor Christ
In My Tree
Even Flow
Rain (The Beatles cover)
Unthought Known
My Father's Son
Animal
Daughter
Habit
Given to Fly
Lukin
Rearviewmirror
Encore:
Redemption Song
(Bob Marley & The Wailers cover) (Ed and Boom only)
Mother
(Pink Floyd cover)
Sirens
Jeremy
Supersonic
Why Go
Leash
Porch
Encore 2:
Last Exit
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town
Better Man
Do the Evolution
Crazy Mary
Alive
Baba O'Riley (The Who cover)
Indifference
P.s. Esse foi o último dia que vimos o Danilo, após esse show ele pirou a cabeça e saiu bloqueando muita gente nas redes sociais 0_0 P.s. Texto escrito originalmente dia 3 de Abril de 2026 - 11 anos após
16 de novembro 2015, chegávamos ali ao 12º dia de nossa turnê e
pela primeira vez víamos o Sol em Brasília (aja visto que havíamos chegado a
noite no dia anterior). Sentado agora (2 meses após) em frente ao computador
para registrar aquele dia - e depois de revisar as fotos e vídeos feitos
naquele data – vejo o quanto foi grande/útil/proveitoso e com tantas histórias
aquele dia na capital federal... aquele foi sem dúvida o dia mais interessante,
turisticamente falando, de toda a turnê.
Dia de Sol, de chuva, de monumentos criados pelo homem, de foto com Eddie
Vedder...
Saímos (nós 3 e tia Dêse) de casa e a ideia era tentar
visitar alguns dos principais pontos turísticos de Brasília. Uma das
facilidades de executar tal missão é que muitos dos locais a serem visitados
estão distribuídos ao longo de uma grande avenida: Memorial JK, Palácio da
Alvorada, Catedral de Brasília, Palácio do Planalto, Torre de TV Digital,
Estádio Nacional, Praça dos Três Poderes... e por aí vai...
De todos esses lugares que citei, um ou outro não paramos para ver de perto ou
entrar, mas o que todos eles transmitem para os que visitam (ou simplesmente
passam pela frente) é a felicidade que teve Oscar Niemeyer em escolher os traços tão
inovadores, além disso, vale registrar a coragem de JK de ‘bancar’ toda os ‘devaneios’
de Niemeyer.
Primeira parada: Torre da TV Digital, que estava fechada (era Segunda-Feira).
De lá passamos no Santuário Dom Bosco, com sua coloração própria em azul
predominante, em seguida fomos a Catedral.
Após passeios pela parte central do ‘avião’ e ver Camelo pelo caminho, Tia Dêse
nos levou a um lugar para conhecermos e almoçar. No meio do trajeto encontramos
um baita engarrafamento por causa da eleição da OAB, e ali tivemos o nosso
momento Capital Paulista e passamos mais ou menos uma hora dentro do carro :(
Chegamos no (restaurante) Mangai com o horário de funcionamento quase estourado
para almoço. O local é muito bonito, com a decoração voltado para cultura do
Nordeste. A vista é um caso à parte, de lá dá para ver a Ponte Juscelino
Kubitscheck, no Lago Paranoá.
Na saída do Mangai descobrimos o lado ‘cheio de fases’ do
clima da capital federal, saiu um sol nordestino e veio uma chuva forte que
depois de um período se transformou em céu nublado durante o resto do dia.
Antes de voltar pra casa, passamos na casa da Senhora Dilma, colhemos umas duas
mangas que estava no chão e em seguida voltamos pra casa.
À noite a Tia Dêse deixou Eu e Adelana em frente ao hotel que a banda estava
hospedada, Pablo não foi com a gente (ficou em casa com o Guilherme batendo
papo). O combinado era ficarmos um tempo lá pelo hotel que a banda estava,
encontrar algumas pessoas, mas sem a intensão de demorar muito tempo.
Lá nos reencontramos com o Camelo, passamos um tempo trocando ideia com outros
fãs por um tempo e depois fomos em um posto de gasolina perto dali para
comprarmos umas cervejas e algo para comer.
Aquela noite também era a data do encontro de fãs. Em um bar não tão perto do
hotel iria rolar show de uma banda cover do Pearl Jam (por sinal o vocalista
estava lá jogando conversa fora com a gente e foi com ele que Camelo foi para o
bar).
O tempo foi passando, a cerveja que compramos na rua vizinha já tinha chegado
ao fim, Camelo já tinha ido para o encontro de fãs e existia a quase certeza
que a banda tinha saído do hotel... quer dizer, ficar ali mais tempo seria uma
grande perda de tempo.
O hotel em que a banda estava hospedada na verdade é uma espécie de complexo
(ou mini-shopping), duas torres – uma provavelmente comercial – são
separadas por uma pequena rua construída pelo próprio hotel. Imagine aí duas
torres, uma fica em uma grande avenida, de frente para um posto de gasolina (o
das cervejas), atrás dessa torre, está o hotel – de mesmo nome desse da
avenida. Os dois são interligados por uma pequena rua que começa no início da
primeira torre, faz um meio círculo por trás dessa mesma torre, passando por
frente da que está atrás e volta para a mesma avenida.
Por que estou falando sobre as duas torres e essa pequena rua?
Simples, quando fomos em direção a torre que fica em frente do posto, para
esperar a Tia Dêse e voltar pra casa, avistamos Stone Gossard entrando justamente
na outra ponta da rua do hotel... fomos em direção a ele e o vimos descer por um túnel (estacionamento)
que ia em direção ao hotel dos fundos. O chamamos pelo nome, mas ele não deu
bola. Enquanto estávamos nos reorganizando (colocando a caneta e o protetor de
ouvido dentro da mochila) e o xingando em silencio por não ter olhado para a
gente, eis que a gente ver o Mike atravessando a avenida e indo em direção ao túnel
(nós já tínhamos visto o Mike tantas vezes em Buenos Aires e São Paulo, que
resolvemos apenas acenar e sorrir – ele retribuiu da mesma forma). Mike ainda
descia o túnel quando olhei para o outro lado da avenida e vi um grupo de
pessoas na saída do restaurante que ficava ao lado do posto de gasolina. Eles estavam
conversando com alguém. Era o Eddie Vedder.
Passamos a avenida rapidamente em direção ao
grupo, chegamos justamente quando Eddie havia autografado camisas e cd´s de
todos (eram 7 pessoas), a pose para a foto ‘oficial’ foi formada justamente
quando alcançamos o local. Restou as costas do Eddie para Eu e Adelana ficar. Foram
dois cliques no celular de um dos fãs. Foto tirada pelo segurança.
Após a foto, rapidamente mostramos a camisa e o protetor para o Vedder, ele nos
olhou e deve ter pensado: “De onde vocês saíram?”, ele sorriu e agarrou
primeiro a camisa (que continha o escudo do time de beisebol pelo qual ele torce), enquanto ele assinava falei pra ele que aquela camisa e o protetor era
de nosso filho e que nós tínhamos ido a Buenos Aires para nosso filho ir ao show, já
que no Brasil a censura não permitia. Enquanto falava ele balançava a cabeça e
respondia com pequenas palavras, porem sempre sorrindo. No fim ele me olhou e
me entregou 2 palhetas e apertou minha mão (pelo jeito ele ouviu sim o que
disse e mandou palheta para o Pablo), olhou para Adelana, a apertou a mão e deu
uma palheta. Antes dele sair e acenar a todos, Eu lembrei de dizer: thank you.
Enquanto Eddie, dois seguranças e um funcionário da banda atravessava a
avenida, vejo a Tia Dêse passar por eles... no carro estava o Pablo. Ali imaginei
o Pablo chegando segundos antes para poder realizar o que ele tentou desde
Buenos Aires: se encontrar com o Eddie.
Nesse turbilhão de emoção, algumas das pessoas que estavam lá se abraçavam,
algumas das meninas choravam, Eu cheguei perto de uma e perguntei (em português)
quem era o dono do celular que tirou a foto, ela olhou pra mim e respondeu que
não sabia, porem ela respondeu em inglês, sendo que eu sabia que ela era
brasileira... a alegria era tamanha que o cérebro não estava processando bem o
que estava acontecendo.
Antes de entrar no carro falei com o dono do celular e combinamos dele me
enviar a foto logo depois. Durante o trajeto para casa, ficamos olhando as
palhetas e falando repetidamente sobre o que tinha acontecido. Dias depois a Adelana falou que após a foto, quando Eddie já pensava em sair dali, ela o puxou pela jaqueta:) Era a terceira
vez em 3 anos seguidos que chegávamos perto do Eddie (por coincidência, sempre
em cidades diferentes: Buenos Aires 2013, São Paulo 2014, Brasília 2015), mas
pela primeira vez conseguimos o autografo, palhetas das mãos dele, foto e
trocar algumas palavras.
Foi bacana, valeu pela noite, valeu pela espera.
Já escrevi no blog sobre esse sentimento de alegria/euforia quando estamos
perto de alguém que de alguma forma é importante ou fez parte de grandes
momentos vividos por nós... não quero reescrever tudo de novo, mas acho que
todos aqueles que de alguma forma entendem, nem que seja um pouco, tudo isso que vivemos
na turnê, está também de bem com a vida. Infelizmente muitos não entendem tudo
isso, e passam a censurar ou ignorar.
Em miúdos: pessoas chatas enxergam chatice em tudo e em todos, e rotular negativamente
A ou B (que está se divertindo, por sinal) é a ‘diversão’ principal :(
Como falei no início do texto, esse dia em Brasília foi inesquecível. Por tudo!
Já era o dia seguinte quando fomos dormir.
Bom dia, dia seguinte :)
P.s. Texto escrito originalmente dia 11 de dezembro de 2015
Turnê 2015 dia #11 São Paulo dia #5 Brasília dia #1
Mais um dia pós show.
Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso
e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi
também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê:
Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas
em São Paulo...
São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em
2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.
Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras
horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael
(membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :),
almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui
também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram
– virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à
Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais
abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)
Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e
de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe
e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital
paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho
sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras
coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a
turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais
curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/
Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado
e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos
descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia
Azul.
Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que
cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da
Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia
seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele
tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta
de...de... morros).
Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na
cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade),
Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada
preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já
merecida.
Boa noite, Brasília!
P.s. Texto escrito originalmente dia 9 de dezembro de 2015
14 de Novembro 2015 Turnê 2015 dia #10 São Paulo dia #4
Dia de show do Pearl Jam!
Apesar de ser dia de show, resolvemos na noite anterior que iriamos
aproveitar a parte da manhã para fazer alguma coisa ‘diferente’, os dias em São
Paulo definitivamente não estava combinando nem um pouco com a nossa veia turística.
Olhei agora os horários em que as fotos foram batidas e vi que as 10 horas da
manhã estávamos na estação Butantã do metrô, as 11 estávamos tomando o café da
manhã no Mercado Municipal – já falei antes e volto a repetir: o Pablo deve ter
adora a estadia gastronômica em São Paulo :)
fizemos a tour pela ‘25 de Março’ como todo e qualquer bom louco por compras e
antes das 13:00 horas já estávamos em casa novamente.
O Show
Chegamos as 3 da tarde no estádio do Morumbi. Lá no início das nossas
organizações para os shows (depois que descobrimos que Pablo poderia sim entrar
no show da Argentina), quando decidimos que no show de São Paulo Eu iria só e
Adelana e Pablo ficariam em casa, não imaginávamos que teríamos uma amiga em
uma pousada no mesmo quarteirão do estádio. E o melhor: de lá dava para ouvir o
som da banda e ver parte da arquibancada.
Após estacionar o carro, por uma bagatela de 100 reais, fomos direto na pousada
que Luzia e Gloria estavam (Luzia e Gloria são do Rio de Janeiro e estavam
conosco em Buenos Aires) e de lá acompanhamos uma minúscula passagem de som da
banda.
Adelana e Pablo ficaram, Eu segui para o estádio com Danilo, Luzia e Gloria.
O Sol naquela tarde estava derretendo qualquer cuca tranquila. Engraçado é que
nos 6 shows que fui até então (falta incluir Brasília a essa contagem), tirando
Buenos Aires 2013 (que fomos no fim da tarde) nenhum outro aliviou com o calor
na hora da chegada, e olha que nessa lista incluo Curitiba, que é
historicamente fria. A entrada no estádio
foi tranquila e apesar das filas longas, nada de apertos ou empurrões. Lá dentro a expectativa tradicional
disfarçada/fantasiada de fotos do palco, cerveja que se vai em 3, 4 goles, o
senta e levanta insistente, a bexiga que enche quando o palco já está montado e
som chegado, a boa conversa com estranhos que, igualmente a você, estão em
terras estranhas.
Não houve banda de abertura no show de São Paulo (diferente de Buenos Aires).
A banda subiu ao palco as 20:45 (45 minutos de atraso) e as 3 primeiras músicas
(tradicionalmente calmas) foram daquelas que você não imaginava que poderia
rolar ou fazem parte daquelas que você as adiciona em um set list imaginário. ‘Long
Road’ abriu o show (essa é uma das músicas incríveis do Pearl Jam que NÃO estão
em nenhum cd oficial) e por uma – feliz - coincidência de datas, em 2013,
quando também assisti ao show em São Paulo sem a Adelana, imaginei cantando o refrão
dessa música: ‘I have wished for so long, how i wish for you today’ (‘Eu
desejei por tanto tempo, como Eu desejei por você hoje”), pois naquele ano a
música não veio, e agora, tudo se repete e a música toca na abertura do show :)
Em seguida mais uma com o carimbo ‘Lado B’ de qualidade ( Of The Girl) para em
seguida surgir uma das ‘top 5’ quando o assunto é ‘Meu set list preferido’: ‘Love
Boat Captain’.
Sensação bacana a de quando você entende claramente o que uma música quer
passar, e essa ‘explicação’ não vem de você ou outro alguém, mas sim de quem a
escreveu – e o melhor de tudo é que aquilo explicado é justamente o que você
entendeu quando a ouviu pela primeira vez.
Antes de LBC ser tocada naquela noite, Eddie Vedder leu um texto (em português)
relatando o os tristes episódios promovidos por terroristas no dia anterior em
Paris, várias pessoas foram assassinadas em um massacre às escuras, onde
qualquer um poderia ser o alvo... e enquanto ele discursava, Eu imaginei que a
música a seguir poderia ser Love Boat Captain, e foi o que aconteceu.
LBC fala abertamente de amor, e relembrando uma tão famosa música dos Beatles,
uma das frases marcantes de Love Boat Captain diz: “Isso já foi cantado, mas
nunca é demais dizer, tudo que precisamos é de Amor”. Além de eleger o Amor
como algo a que todos devem acreditar, LBC também carrega em seus versos a
lembrança do pior episódio na carreira do PJ, quando 9 fãs morreram esmagados
no início de um show da banda na Dinamarca (em 2000). A letra diz mais ou menos
assim: ‘É uma arte conviver com a dor, mistura de luz e cinzas, perdemos 9
amigos que nunca conheceremos, 2 anos atrás. E se nossas vidas se tornarem
longas demais, isso nos fará sentir mais culpa?’ (no show de SP, Vedder trocou
o ‘9 amigos’ e ‘Dois anos atrás’ por ’90 amigos’ e ‘Hoje, de novo’, deixando
claro a dedicatória da música para as vítimas em Paris.
Sobre os ‘9 amigos que nunca conheceremos’, vejo o quanto foi bem colocado a
palavra ‘amigo’ ao invés de ‘fãs’, pois é fascinante a maneira como os fãs do
Pearl Jam ao redor do mundo se comunicam/entrelaçam/convivem. Seja em uma
simples, mas segura dica pela cidade a que o fã distante vai visitar, seja no
estar ao dispor de ajudar a apresentar lugares ou comprar a briga com uma
empresa situada em seu país que não quer entregar o ingresso a um fã estrangeiro,
seja sentar no bar e rir ao aprender palavras de outro idioma ou do sotaque
diferente do seu próprio país, seja ao comprar de outro fã, mesmo com risco de
ser enganado, o ingresso de um show que você vai em outro continente... tudo
isso acima só é possível porque a palavra usada não deve ser taxada
simplesmente de ‘fã’, mas sim ‘amigo’.
Vídeo do youtube, Love Boat Captain com discurso do Eddie no início
Para Adelana :)
Voltando ao show... após as 3 baitas músicas, vem uma sequência matadora de 7
músicas para levantar todo mundo, entre elas: ‘Hail, Hail’, com seus versos que
foram parar nas costas da Adelana :) que pena não termos conseguido ouvi-la
mais uma vez juntos, como foi em Buenos Aires 2013.
Após as 10 primeiras músicas, surge ‘Lightning Bolt’... e aqui o show toma um
outro rumo.
‘Lightning Bolt’, que fala em um raio que vem das alturas procurando um lugar
para pousar, parece que fez com que alguém no céu entendesse o recado e raios
(trovões, vento forte e chuva) surgiram inexplicavelmente durante o rolar da
música. Foi algo quase que surreal e a concordância com que tudo estava
acontecendo parecia cena de filme. O vento forte fez com que os canhões de
luzes suspensas que eram controlados por pessoas ou o grande painel atrás do
palco fossem perigosamente movimentados de um lado a outro. Resultado? Os operadores
dos canhões desceram e o painel foi desmontado. Isso tudo demorou uns 10
minutos (ou mais), durante esse tempo a chuva veio com força (vale lembrar que
no primeiro show que Lightning Bolt foi tocada, em Chicago 2013, o show foi
paralisado por infinitas 2 horas por causa dos raios daquela noite).
A chuva deu uma trégua, a música Eldery Woman
Behind The Counter in a Small Town foi adicionada ao set list, com o Ed a
tocando apenas no violão enquanto a produção cobria alguns instrumentos.
Vídeo do youtube. Repare no raio aos 1:36 e no vento que levanta o painel aos 2:07 A partir dali o show seguiu, mas as músicas estavam mais ‘colocadas’ umas nas
outras. Vale lembrar que shows no estádio Morumbi tem hora marcada para acabar
por causa de problemas antigos na região. No caso, some aí a questão do show
ter começado atrasado (20:45 horas), mais a parada para manutenção/proteção dos
equipamentos e uma banda que insiste em tocar por 3 horas, chegaremos
facilmente ao limite estabelecido por lei no local: meia noite!
Além das músicas que resolvi dar um destaque acima, não posso deixar de citar ‘I
Am Mine’, à sequência repetida de Buenos Aires: ‘Footsteps’ e ‘Imagine’ (John
Lennon). E lamentar o corte de ‘Indifference’ do set list original.
Diferente do show de 2013 na mesma São Paulo, esse de 2015 foi muito melhor. Infinitamente
melhor. Aqui algumas canções me arrancaram lagrimas, sendo que eu nem preciso
citar quais foram, basta ler o texto.
E mais uma vez senti a falta da Adelana, da mesma forma que em 2013.
Fim de show mais uma vez. Me encontrei com o Paulo, tomamos uma cerveja enquanto saiamos do estádio e relembrávamos uma ou outra situação do show. Saí feliz do estádio, como em todos os outros shows
do Pearl Jam e parece que essa é uma ‘sina’. A sensação que tenho é que em
apenas alguns shows musicais você consegue se divertir mesmo que não conheça
muito a banda e acredito que o Pearl Jam seja uma dessas.
Hora de ir embora, em 3 dias teríamos mais um show pela frente, dessa vez seria
em Brasília, e o melhor: Adelana iria também \o/
Set List, Poster, Aúdio e Playlist do show para ouvir
Nesse set list rolou algumas mudanças, Indifference foi riscada (literalmente) e Setting Forth foi esquecida, contra isso, 'Small Town' e All Long The Watchtower (Bob Dylan) foram adicionadas, mas não estão incluídas na foto oficial. Ao todo foram 33 músicas.
Estranho. Confuso. Bonito. Tudo isso ao mesmo tempo. Vai pra moldura! Sobre o Aúdio original do show, em breve link para download :) Abaixo um playlist que criei no Spotify com as músicas que rolaram no Morumbi. Vale lembrar que Imagine (John Lennon) eAll Long The Watchtower(Bob Dylan) estão com versões originais \0/
P.s. Texto escrito originalmente dia 7 de dezembro de 2015
Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê
já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro,
faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma
olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a
minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos –
com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não
estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem
todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não
noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.
Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas)
buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a
gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter
adorado essa dieta).
Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo
definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e
vindas (ou tentativas de ir e vir).
Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de
frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista) que enfim havíamos chegado a cidade... com seu
cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o
metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do
Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio,
Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em
uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos
lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o
tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).
Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava
hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente
de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos
para onde ir e além de tudo, já era noite.
Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as
meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo
depois foi a vez do Danilo.
Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de
todos.
Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/
Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do
Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas
sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos
acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos
para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o
anterior...
A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos
algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de
Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que
chegou já no finzinho.
Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e
Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a
todo instante quem eram os que faltavam.
Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um
restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o
Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.
Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o
céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta
feira 13!). A chuva estava anunciada.
Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do
show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).
Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar
:)
P.s. Texto escrito originalmente dia 5 de dezembro de 2015